domingo, 24 de outubro de 2021

Sobre a arte de grifar livros e criar rastros

Leopoldo Guilherme Pio

CÍRCULO DE GIZ

REVISTA MULTIDISCIPLINAR DE ARTES E HUMANIDADES

https://www.circulodegiz.org/sumarion2

Anuviar, elidir, silenciar? Notas históricas, críticas e epistemológicas sobre a permanência de um mal-estar no campo psicanalítico em torno da obra e do nome de Wilhelm Reich

Alexandre Magno Teixeira de Carvalho

Mnemosine Vol.17, nº2, p. 177-222 (2021) – Parte Geral - Artigos.

DOI:10.12957/mnemosine.2021.62175

https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/mnemosine/article/view/62175

domingo, 17 de outubro de 2021

Notas breves sobre história epistemológica da psicanálise e sua relação com a neurociência

Alexandre Magno Teixeira de Carvalho

CÍRCULO DE GIZ

REVISTA MULTIDISCIPLINAR DE ARTES E HUMANIDADES

https://www.circulodegiz.org/revistaatual


Do Banto a Brecht

Alexandre Magno Teixeira de Carvalho e Diogo Cesar Nunes

CÍRCULO DE GIZ

REVISTA MULTIDISCIPLINAR DE ARTES E HUMANIDADES

https://www.circulodegiz.org/revistaatual

 PROJETO DE PESQUISA 2021 

PSICANÁLISE E NEUROCIÊNCIA: CONEXÕES E DISJUNÇÕES EPISTEMOLÓGICAS E DEBATE RECENTE NO BRASIL

GRUPO DE PESQUISA: Ciências Humanas, Saúde e Sociedade

PROFESSOR RESPONSÁVEL: Alexandre Magno Teixeira de Carvalho

ÁREA DE CONHECIMENTO: Psicanálise / Saúde Coletiva

EQUIPE ENVOLVIDA: Leopoldo Guilherme Pio (docente, UNIRIO/Departamento de Saúde Coletiva, mat. 3065880); Lizete Quelha de Souza (docente, UNIRIO/Departamento de Saúde Coletiva, mat. 435085); Irene Correa de Paula Sayão Cardozo (docente, UFF/ Departamento de Letras Estrangeiras Modernas); Adélia Lima das Neves (discente, UNIRIO/Medicina, mat. 20142130076); Eduarda Ariel Nascimento de Souza (discente, UNIRIO/Nutrição, mat. 20152141041); Joyce Emilly de Souza Oliveira (discente, UNIRIO/Medicina, mat.20181130106); Killian dos Reis Guimarães (discente, UNIRIO/Medicina, mat. 20162130062); Maria Fernanda von Kouh Quintal (discente, UNIRIO/Medicina, mat. 20172130071).

RESUMO:

Projeto de caráter teórico conceitual e de viés histórico epistemológico crítico acerca da problemática da relação da psicanálise com a neurociência, com vistas a estudar e evidenciar conexões e disjunções epistemológicas que, não obstante divergências explícitas, entrelaçam essas duas formações discursivas (campos de saber) ao longo do tempo. Inclui estudo de revisão e sistematização, visando a organização de dados e de categorias analíticas. Neste projeto, reconhece-se a psicanálise como “região” na ciência da história e na história das ciências. Considera-se que o advento da psicanálise e, sobretudo, a emergência do seu conceito-chave, o Inconsciente, promoveu uma ruptura epistemológica no campo da psiquiatria e no campo da psicologia na aurora do século XX, mas que há, igualmente, uma relação inelidível, marcada por encontros e confrontos, entre esses diferentes campos. A influência epistemológica da psicanálise na psicologia foi inconteste e profunda – e permanece. Nas primeiras décadas do século XX, processo semelhante se deu na psiquiatria: cite-se, por exemplo, a presença da psicanálise nas duas primeiras edições do DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders). Contudo, o rápido desenvolvimento da indústria de psicofármacos na década de 1950 (pós-Guerra) contribui para deslocar a psicanálise do lugar central que ocupava no campo da psiquiatria. O desenvolvimento de novas técnicas de mapeamento de atividade cerebral em tempo real (notadamente a tomografia por emissão de pósitrons, sigla PET, em inglês) no final da década de 1970 deu um novo impulso às pesquisas do sistema nervoso central e de aspectos cognitivos e comportamentais. O termo ‘neurociência’ vem daí e designa um campo de estudos e pesquisas que abrange estudos de neuroanatomia, neurofisiologia, neurociência comportamental, cognitiva e neuropsicologia. No início da década de 1980, o incremento da pesquisa neurocientífica associado à ampliação do arsenal psicofarmacológico representou um golpe de força epistemológico que assentou em lugar privilegiado a vertente behaviorista, notadamente na sua forma de terapia cognitivo-comportamental (TCC). Artigos abundaram apontando essa nova ‘parceria’ entre neurociência, medicamentos psicoativos e psicoterapia. Entretanto, apesar do problema da incomensurabilidade metodológica entre psicanálise e neurociência, estudos recentes sobre memória e mecanismos de repressão mnemônica fizeram com que alguns neurocientistas voltassem o olhar para a psicanálise e defendessem o diálogo interdisciplinar (o que se evidenciou na produção de matérias e artigos no início da primeira década do século XXI) - embora se reconheça e afirme, de ambas as partes, a independência epistemológica entre os dois campos de saber. Por meio de pesquisa de revisão bibliográfica, pretende-se estudar mais profundamente essa evolução e mapear o debate atual no Brasil, demarcando o que aproxima e o que separa os dois campos. Há a expectativa de que esse projeto se torne uma investigação continuada, com o propósito de acompanhar transformações discursivas e epistemológicas expressas na produção acadêmica nacional corrente. 


 

Diante da barbárie Pedro Claudio Cunca Bocayuva

 

 

 


 

 

O falo e a fala


 

Sobre o sentido da palavra conservador e a dialética da conservação da dor


 

Escuta, amparo, elaboração: necessidades psíquicas em tempos de pandemia


 

A pétala da primeira palavra